Design Versátil - logomarca

Fora do Eixo, mas não fora de foco

Nasceu!

E com uma vitalidade que nem era tão esperada para uma primeira vez.

Nesta terça, dia 02, ocorreu o primeiro Encontro Fora do Eixo (www.encontrosforadoeixo.com). Evento que idealizei mas que só foi possível concretizar com as sugestões e o apoio fundamentais dos amigos Dennis (@denniscs) e Lourenço (@lounatico). Foi uma bela reunião de @s, com muitos amigos, muitos avatares que ganharam rostos (obrigado @foncati) e outros tantos colegas que se tornaram novos amigos (como o @julianocortez, entre outros).

62482827 Fora do Eixo, mas não fora de foco

Os Encontros Fora do Eixo são um ciclo de debates bimestrais sobre internet, inovação e empreendedorismo que pretende reunir os profissionais do mercado de internet de Campinas e região para trocar informações e fazer novos contatos de trabalho.

Ou seja, um evento feito pela rede (amigos, contatos, amigos de amigos), com a rede (divulgação via Twitter, emails, posts e boca-a-boca) e para a rede (foco nos próprios profissionais da região).

Nesta primeira edição, o tema foi A realidade fora do eixo: a visão das agências, com apresentações de Fábio Fonçati (@foncati), Rafael Duarte (@rafaduarte) e Cláudio Coelho, presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais).

A bela apresentação do Fonçati (agência Lampejos, Americana/SP) deu o tom do evento: estamos todos fora do eixo, afinal o que é “normal”? O fato é que não existe localização geográfica privilegiada quando o nosso foco está no aspecto humano. E não é exatamente isso que nos une e nos interliga no aspecto mais fundamental? Sensacional. O foco no humano é a dica para nos ligarmos no que realmente importa, quebrando regras, adequando os conteúdos e as tecnologias às necessidades reais das pessoas – e não o contrário, o homem a serviço da máquina. Simples e revelador, como um caleidoscópio.

Assim como Fonçati, Rafa Duarte (agência Ayres PP) também iniciou sua apresentação se dizendo fora do eixo, mas na verdade demonstrou que trabalha com o foco que Fonçati tanto enalteceu, ainda que no âmbito da publicidade tradicional. A Ayres encontrou seu nicho de mercado por ser capaz de entregar relevância e adequação a um público (pessoas novamente!) bastante específico. Um show de simplicidade e objetividade.

Após um animado intervalo com ótimos papos – e muito networking -, retomamos os trabalhos com a apresentação do Cláudio (agência Nocaute) que mostrou que a regra entre as agências digitais, mesmo em São Paulo, é estar fora do eixo, fora do normal, “fora da lei”. São Paulo possui 830 agências digitais, sendo que a maioria delas (82%) é de pequeno porte e está no interior do estado. Ou seja, são agências fora do eixo que, unidas, podem conquistar representatividade, força e, principalmente, novos negócios. O presidente da APADi também ressaltou a importância de se aculturar o mercado (outra vez o foco nas pessoas!) e apresentou o manual para concorrências digitais como um dos meios para disseminar esta consciência.

Ou seja, colocar as pessoas no centro das atenções é a fórmula infalível para se alcançar a tão almejada moeda de troca da internet: relevância.

O resultado do primeiro Fora do Eixo não podia ser melhor e deixou a certeza de que muitos outros virão. Estamos fora dos grandes centros, sim, mas centrados no mais importante: as pessoas.

60’s Sleepy Beauty

18 01 2010 60s Sleepy Beauty

Guerra Civil

Guerra Civil (Miguel Torga - Orfeu Rebelde)  … contra mim que luto. Não tenho outro inimigo. O que penso, O que sinto, O que digo E o que faço, … que pede castigo E desespera a lança no meu braço.  Absurda aliança De criança E adulto, O que sou é um insulto Ao que não sou; E combato esse vulto Que à traição me invadiu e me ocupou.  Infeliz com loucura e sem loucura, Peço à vida outra vida, outra aventura, Outro incerto destino. Não me dou por vencido, Nem convencido. E agrido em mim o homem e o menino.

Vida como fluxo

Sensação nova (e boa) quando se percebe que o ano novo é apenas uma continuidade dos projetos que já foram colocados em movimento no período anterior.

Tudo é processo. Simultaneamente.

um ano DEZ!

final03 um ano DEZ!

Desafio

final02 Desafio

Vida natal

final01 Vida natal

W/Dot | email marketing

2010 animacao2 W/Dot | email marketing

Cliente: W/Dot
Projeto: desenvolvimento de email marketing (concepção, texto, desenvolvimento)
W/Dot
dezembro | 2009

Agências x Produtoras

fordismo Agências x Produtoras

Existem agências digitais e existem produtoras de sites.

Nada contra. Ambas são modelos de negócios totalmente válidos e lucrativos. Porém, contrariando muita gente, estão longe de ser sinônimos.

Começando pelo óbvio: as agências agenciam, fazem a intermediação entre clientes, fornecedores e meios (mídias). As produtoras produzem.

As agências focam seu trabalho no cliente do cliente, o consumidor final. Assim, se colocam ao lado do cliente na missão de impactar o público-alvo e conquistar os resultados almejados. As produtoras atendem o cliente, executam suas solicitações cegamente, sem outras considerações.

Agências trabalham em equipe, buscando proporcionar um clima de troca genuína de experiências, num ambiente descontraído e colaborativo. As produtoras privilegiam os empregados que executam sem questionar, cumpridores de ordens, maximizando resultados no menor espaço de tempo possível.

As agências privilegiam cabeças pensantes, pessoas criativas que estejam dispostas a encontrar soluções surpreendentes e inovadoras. As produtoras buscam funcionários descartáveis, facilmente substituíveis, que custem pouco mas produzam muito, de maneira padronizada e uniforme.

As agências admitem correr os riscos de perder e sempre buscam aprender com os erros e acertos. As produtoras insistem cegamente nos acertos, ainda que minguados e recheados de desacertos.

As agências investem em inovação. As produtoras evitam riscos, veneram a previsibilidade burocrática.

As produtoras de sites são as representantes tecnológicas do fordismo. Trabalho mecanizado, automatizado. Produtos conhecidos, uniformes. São luditas contemporâneas, prontas para destruir qualquer iniciativa de inovação e renovação. Fugere novitatis !

Produtoras apostam no passado e temem o futuro. Agências aprendem com o passado e investem no futuro.

Produtoras discursam. Agências agem.

Lições do Intercon 2009

intercon2009 Lições do Intercon 2009

Participar do Intercon é sempre uma experiência inspiradora. 2009 não foi diferente.

Eis algumas lições percebidas:

1. Não fique avaliando todas as possibilidades. Faça.

2. Suas impressões são importantes, mesmo que você não saiba porque ou para quem.

3. Compartilhamento do conhecimento e da autoria é alternativa real. Contribua.

4. Comunidade criativa e colaborativa: rede de idéias. O valor do humano.

5. O pior cego é aquele que não quer ver.

Pilha nova.


jeancarlo cerasoli 2009 | powered by wordpress