As minhas previsões de Digital para 2016

digital predictions

 

A CI&T publicou as 10 previsões de Digital para 2016 e você pode conferir as minhas abaixo.

 

Individualismo e fortalecimento das redes sociais de nicho

A radicalização do debate político via redes sociais e o efeito “tribunal do Facebook”, que tira proveito do falso anonimato levará uma parcela dos usuários a focar em redes sociais de nicho, direcionada a seus interesses. Assim, redes como o LinkedIn, Slack, Behance, redes de contratação de trabalho temporário como o Trampos e sites de crowdfunding como Catarse e Kickante terão crescimento, com usuários apolíticos buscando soluções para suas necessidades e, principalmente, se conectar a quem tem interesses comuns. Esta postura mais individualista, associada a uma postura do “resolvo eu mesmo” também terá como um subproduto o fortalecimento de atividades de ciberativismo, com pequenos grupos locais se reunindo para realizar melhorias no seu entorno, seja pressionando autoridades, seja mobilizando a sociedade civil.

 

IoT e UX: impulsionando o despertar do Customer Experience (CX)

A imprevisibilidade da crise econômica no Brasil estimulará a busca por soluções tecnológicas criativas, baratas e realmente funcionais. Esqueça a famosa geladeira que tuita! A inovação virá de pequenos dispositivos de baixo custo conectados à internet mas que proporcionam uma experiência que efetivamente facilita o dia a dia do consumidor. Veremos a internet das coisas sendo aplicada em soluções úteis e relevantes, como já é o caso do Amazon Dash, um dispositivo que permite encomendar coisas da despensa de casa literalmente com o toque de um botão. Aqui o terreno será fértil para as startups e corporações que aperfeiçoarem suas inovações de IoT investindo em melhorias que favoreçam a experiência do usuário (UX). Como consequência, esta aplicação de UX em soluções físicas despertará um maior interesse e aprimoramento do Customer Experience (CX) ao explicitar o potencial das novas formas de interação das marcas com seus consumidores, uma vez que Customer Experience envolve uma jornada muito mais ampla que não tem necessariamente apenas pontos de contato online.

 

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A Human Centered Approach for Design for Services, by Anna Meroni

ANNA MERONI, PhD, is a scholar and professor in Service and Strategic Design at Politecnico di Milano. She works on design activism, social innovation and sustainability, with a specific focus on food and housing systems. In her talk she introduces and discusses a framework of how design for services can operate in conjunction with other disciplines and competences.

Fonte: MEDEA – Malmo University

Imagem de Amostra do You Tube

Interfaces ficcionais

Do filme Prometheus (2012)

O mundo (ou seria universo?) das interfaces criadas como coadjuvantes nos filmes de ficção científica é realmente fascinante.

O site Inventing Interfaces é especializado em analisá-las.

E as discussões são bem interessantes. Por exemplo:

“I’ve noticed that UIs in feature films are continually getting more elaborate and complex. Meanwhile, though, real-world interfaces are getting more simple and intuitive. It seems an odd contradiction that the futuristic UIs we dream up for movies follow one path, while real world ones are heading down another path.

But the reason for this is simple. Complexity conveys the impression that a system is very robust and advanced, and a character’s mastery of a complex system is more impressive than it would be if the system were simple and intuitive. No matter how complex the system gets, the hero can always operate it expertly, leaving the audience dazzled by the UI and the character’s skill. In the real world, though, users are more often like Mr. Magoo than like Tony Stark or an MI5 agent. So while high-aptitude, heavily trained users might be the fantasy world for UX professionals, it’s not the world we live in. The trend toward complexity in movie UIs doesn’t give us much of a preview of the world to come.”

Tony Walt, em What Movie UIs Say About the Future

 

Faz sentido, não?

The Web Design Index n. 8

No longínquo ano de 2008, quando atuava como webdesigner na Agência Digitale em Campinas, tive oportunidade de participar do projeto do site do Mestre Tilico, técnico da seleção brasileira de Taekwondo.

Pois bem, este trabalho foi reconhecido pela prestigiada The Web Design Index, na 8ª edição deste catálogo internacional de referências de webdesign.

Neste job fui responsável pela desenvolvimento da linha criativa estabelecida por Manoel Carneiro e Samuel Leite, além de implementar toda a animação em Flash. E, claro, programação do Rogério Gonçalves. Uma bela experiência que agora recebe reconhecimento internacional. Parabéns aos envolvidos.