
Existem agências digitais e existem produtoras de sites.
Nada contra. Ambas são modelos de negócios totalmente válidos e lucrativos. Porém, contrariando muita gente, estão longe de ser sinônimos.
Começando pelo óbvio: as agências agenciam, fazem a intermediação entre clientes, fornecedores e meios (mídias). As produtoras produzem.
As agências focam seu trabalho no cliente do cliente, o consumidor final. Assim, se colocam ao lado do cliente na missão de impactar o público-alvo e conquistar os resultados almejados. As produtoras atendem o cliente, executam suas solicitações cegamente, sem outras considerações.
Agências trabalham em equipe, buscando proporcionar um clima de troca genuína de experiências, num ambiente descontraído e colaborativo. As produtoras privilegiam os empregados que executam sem questionar, cumpridores de ordens, maximizando resultados no menor espaço de tempo possível.
As agências privilegiam cabeças pensantes, pessoas criativas que estejam dispostas a encontrar soluções surpreendentes e inovadoras. As produtoras buscam funcionários descartáveis, facilmente substituíveis, que custem pouco mas produzam muito, de maneira padronizada e uniforme.
As agências admitem correr os riscos de perder e sempre buscam aprender com os erros e acertos. As produtoras insistem cegamente nos acertos, ainda que minguados e recheados de desacertos.
As agências investem em inovação. As produtoras evitam riscos, veneram a previsibilidade burocrática.
As produtoras de sites são as representantes tecnológicas do fordismo. Trabalho mecanizado, automatizado. Produtos conhecidos, uniformes. São luditas contemporâneas, prontas para destruir qualquer iniciativa de inovação e renovação. Fugere novitatis !
Produtoras apostam no passado e temem o futuro. Agências aprendem com o passado e investem no futuro.
Produtoras discursam. Agências agem.
Participar do Intercon é sempre uma experiência inspiradora. 2009 não foi diferente.
Eis algumas lições percebidas:
1. Não fique avaliando todas as possibilidades. Faça.
2. Suas impressões são importantes, mesmo que você não saiba porque ou para quem.
3. Compartilhamento do conhecimento e da autoria é alternativa real. Contribua.
4. Comunidade criativa e colaborativa: rede de idéias. O valor do humano.
5. O pior cego é aquele que não quer ver.
Pilha nova.
Palestra apresentada por mim na ESAMC em 04 de novembro.
Conteúdo: breve introdução à Arquitetura da Informação e suas relações com o Design. Importância de utilizar a AI para valorizar o Design, especialmente por democratizar o acesso e o uso de produtos de Design junto a um público cada vez maior.
Para fazer o download da apresentação, faça o login em www.slideshare.net (registro gratuito), clique em Menu e Download Presentation.
Obrigado à Érika, Dani, Ana Carolina e pessoal da Esamc. Foi uma oportunidade bem legal de conhecê-los e trocar idéias. Vamos nos falando.
A palestra não foi apresentada por falta de comunicação mas como conhecimento não se perde, divulgo aqui.
Com base numa série de posts do conhecido Read Write Web (RWW), eis as 5 principais tendências da Web (pelo menos até setembro de) 2009.
Cliente: Rádio Bandeirantes Campinas AM
Projeto: arquitetura da informação, planejamento, design
Endereço: www.rb1170.com.br
Digitale
2009
Trabalho de Conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Design Gráfico
Centro Universitário Senac – Campus Campinas
Tema: Arquitetura da Informação aplicada ao Design: um catálogo impresso
Resumo:
A aplicação de recursos de Arquitetura da Informação aperfeiçoa e acrescenta um novo nível de significados também a materiais impressos, reforçando a tese de que não existem fronteiras entre o Design para Internet e o Design Gráfico.
Ano de conclusão: 2009
Monografia completa para download (PDF, 3 MB)
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